Está no ar o site dada Rede de Serviços de Desempenho Habitacional

Está no ar o site da Rede de Serviços de Desempenho Habitacional (RSDH) – uma rede do sistema Sibratec em atendimento a ABNT NBR 15.575: 2013.
O CCB faz parte junto de outras renomadas Instituições de Prestação de Serviços tecnológicos e de Pesquisa com o objetivo de elevar o patamar de qualidade e incorporar desempenho nos empreendimentos habitacionais no Brasil a partir do aperfeiçoamento materiais, componentes, elementos e sistemas construtivos.

Conheça o ensaio de determinação da carga de ruptura e módulo de resistência à flexão

Esse ensaio oferecido pelo Lab CCB segue as normas da ABNT NBR ISO 10545-4 e tem por objetivo determinar o módulo de resistência à flexão e carga de ruptura para todos os formatos de placas cerâmicas.

Para a execução deste ensaio utiliza-se um equipamento chamado crômetro ou flexímetro, que consiste em duas barras de apoio cilíndricas, onde a placa cerâmica é apoiada, e a carga é aplicada no centro da placa, através de um cutelo superior.

Através de um relógio indicador de pressão, é aplicada a força em cima dessa placa, até ela se romper. Para a realização desse procedimento, partículas aderidas no verso de cada corpo de prova são removidas com uma escova dura e cada peça fica em uma estufa durante 24 horas e, depois, são resfriadas até alcançar a temperatura ambiente.

Somente depois de três horas que as peças atingirem a temperatura ambiente é que as placas são colocadas no equipamento (crômetro/flexímetro) que irá rompê-las.

Após o procedimento, o operador anota a força de ruptura da placa para posterior cálculo do valor médio de carga de ruptura e do valor médio do módulo de resistência à flexão. São utilizados somente os resultados para as fraturas que ocorreram dentro da região central do comprimento da placa.

O cálculo do módulo de resistência à flexão é baseado em uma seção retangular. No caso de placas com espessura variável ao longo da  seção de ruptura, são obtidos apenas resultados aproximados. Quanto menor o relevo, mais exatas são as aproximações.

Saiba mais sobre este ensaio e outros oferecidos pelo CCB no site: www.ccb.org.br

Confira o vídeo abaixo:

Entenda a importância de uma ICT parceira nos financiamentos dos Projetos de Inovação

Na última terça- feira (26/05), a superintendente do CCB, Ana Paula Margarido e o consultor técnico de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do CCB, Marcelo Dezena participaram de uma reunião online com a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para revestimentos, louças sanitárias e congêneres (Anfacer) e a Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (FINEP-MCTIC) para esclarecerem dúvidas à respeito do novo acordo de cooperação assinado entre ambas que oferecerá, às empresas associadas à Anfacer, linhas de financiamentos, cujos recursos poderão ser aplicados também na compra de equipamentos, investimento em parque fabril, entre outras ações para a retomada da economia. O objetivo dessa parceria é fomentar o crescimento do setor sempre com o foco na inovação, tanto para o processo de produção, como para o produto final.

O CCB também faz parte desta parceria e poderá atuar como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) às empresas interessadas com o intuito de facilitar a estruturação dos Planos Estratégicos de Inovação (PEI) pela indústria.

De acordo com a gerente do departamento de Petróleo, Mineração e Indústria Naval da FINEP, Cristiane Abreu, a importância de ter uma ICT é muito grande, devido ao conhecimento que a mesmo provém. “A melhor forma desse conhecimento chegar na sociedade é através de uma ICT e, nós, da FINEP, oferecemos à empresa que busca financiamento em inovação, uma redução de taxa de quase 1% ao ano, caso ela apresente uma ICT parceira”, falou Cristiane reforçando, portanto, que o CCB ou a ICT escolhida, poderá contribuir muito, embora não seja obrigatório apresentar uma no plano de inovação.

O consultor técnico de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do CCB, Marcelo Dezena, explicou que o CCB, desde a sua fundação, se apresenta como uma ICT da cadeia cerâmica, pois está focado no seu desenvolvimento .“Por outro lado, o CCB tem um número expressivo de projetos de inovação, inclusive com a FINEP e cada linha de pesquisa e instituição têm suas especificidades. Portanto, o plano estratégico deverá ser cumprido com linhas específicas, gastos carimbados, etc e, o CCB, como já é parceiro do setor, poderá contribuir nesse sentido”, falou.

Para a analista da empresa pública da FINEP, Maria Paula Cardoso, a Financiadora apoia todas as necessidades do projeto, desde equipamentos, máquinas, até consultoria e treinamentos. “Desde que estejam direta e indiretamente envolvidos no comércio. Só não apoiamos a comercialização”, explicou.

A superintendente do CCB deu dicas de possibilidades de inovação na cadeia que poderão ser elencadas neste convênio de cooperação. “Temas como suprimento de qualificação de matérias-primas, desenvolvimento de matérias-primas, criação de uma identidade brasileira, como a marca Brasil, valorizando o design e a identidade desses produtos, entre outros”, disse Ana Paula indicando também temas sobre desenvolvimento de produtos. “Revestimentos anti-bactericidas, com propriedades hidrofóbicas, com regulagem de umidade do meio ambiente, autolimpantes, desembaçantes, com elementos funcionais, como, por exemplo, elétricos, dentre muitos outros que já são desenvolvidos em outros países”, disse Ana Paula alertando que já existe, na Inglaterra, placas cerâmicas com sistema de aquecimento para os dias muito frios. “O que vale é a criatividade”, disse.

 

CCB é uma ICT parceria do setor

O CCB como um grande parceiro do setor está oferecendo apoio extra às empresas interessadas para auxiliar, escrever, adequar as linhas e buscar a melhor forma de investimento, a melhor característica e desenvolver a parte interna do futuro projeto. “O CCB com todo o seu ‘know how’, poderá ter dentro de seus laboratórios um ‘hub’ de inovação à disposição da cadeia cerâmica para orientar nos projetos”, disse Dezena.

Nesse sentido, o CCB poderá auxiliar tanto na execução do projeto, no desenvolvimento de um plano de inovação, na concepção das ideias, na preparação do plano estratégico do negócio e na prestação de contas. “Para isso, a gente precisa que as indústrias venham ao CCB e converse com a gente pra fazer com que essa inovação chegue ao mercado o mais rápido possível”, finalizou.

Para conhecer todas as linhas e saber como a sua empresa pode se beneficiar desta parceria, basta entrar em contato com a Anfacer, pelo e-mail [email protected]

Mais informações: http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/6142-finep-mctic-e-anfacer-firmam-parceria-para-financiamento-ao-setor-ceramico-pos-covid-19

 

CCB contribuiu com o Plano de Medidas Preventivas para a Indústria Cerâmica

Foi lançado neste mês pela Anfacer, Aspacer e Sindiceram o Plano de Medidas Preventivas para a Indústria Cerâmica neste momento de pandemia frente à COVID -19 cujo objetivo é o desenvolvimento de medidas preventivas, fornecendo uma base de consulta orientada em diretrizes governamentais para prevenção, contenção e mitigação do contágio, visando a segurança e saúde dos colaboradores e sociedade.

O CCB, junto às entidades, empresas, profissionais da saúde e segurança do trabalho e ao Centro de Revestimentos Cerâmicos (CRC), contribuiu na elaboração e revisão do texto final do Plano e continua participando do grupo de trabalho que aborda o assunto. De acordo como gerente de Qualidade do CCB que fez parte da equipe, Marcelo Caridade, “a cartilha visa fornecer uma base de consulta para a prevenção, contenção e mitigação do contágio pelo COVID-19”.

O guia orientativo é baseado no Plano de Contingência utilizado na retomada do setor cerâmico espanhol e no Guia de Medidas preventivas ao Covid-19 para a indústria, produzido pelo Sesi.

O material já está sendo encaminhado às empresas do setor e pode servir de base para outros setores. Para consultar o material completo, acesse: http://www.aspacer.com.br/wp-content/uploads/2020/05/INDUSTRIA-CERÂMICA_PLANO-DE-MEDIDAS-PREVENTIVAS-COVID-19_12-de-Maio-2020v2.pdf

 

 

CCB apoiará Anfacer e Finep para financiamento de projetos ao setor cerâmico

A Finep – Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para revestimentos, louças sanitárias e congêneres (Anfacer), unem forças e oferecem, às empresas associadas, linhas de financiamentos com o objetivo de fomentar o crescimento do setor, sempre com o foco na inovação, tanto para o processo de produção como para o produto final. Os recursos poderão ser aplicados também na compra de equipamentos, investimento em parque fabril, entre outras ações para a retomada da economia.

Em tempos de pandemia e de desafios nunca antes vividos, a busca por soluções para resolver problemas urgentes no momento de recuperação é fundamental. Com essa ideia, a Finep-MCTIC e a Anfacer firmaram um acordo por meio de Planos Estratégicos de Inovação (PEI) para fomentar o crescimento do setor de cerâmica.

“A realização do acordo de cooperação com a Finep-MCTIC reforça o papel da Anfacer no auxílio de contribuir com a inovação e sustentabilidade no setor”, afirma Maurício Borges, CEO e Presidente-Executivo da entidade.

Para facilitar a estruturação dos Planos Estratégicos de Inovação (PEI) pela indústria, a Anfacer conta com a parceria do Centro Cerâmico do Brasil (CCB), entidade que possui todo o know-how na estruturação das propostas e ainda é especialista no setor cerâmico.

“Esse acordo chega em um momento muito importante, já que sabemos que a inovação da indústria será peça chave na retomada do mercado no momento pós COVID-19. Contamos com o CCB no suporte técnico de alto nível às empresas, para a elaboração de todos os planos estratégicos de inovação”, conta Anderson Vieira, Consultor de Qualidade e Inovação da Anfacer.

“Nosso objetivo é aproximar as empresas da cadeia produtiva de cerâmica dos centros de pesquisa e também das startups, com vista à realização de ações de apoio necessárias ao atendimento das principais dificuldades enfrentadas por essa indústria, incentivando a inovação na cadeia produtiva desse setor, fomentando a melhoria do desempenho e qualidade dos seus produtos e, assim, contribuir para o bem estar da sociedade.”, afirmou o diretor de Inovação da Finep, Alberto Dantas. Ainda segundo o diretor, a Finep é tradicional fonte de financiamento de projetos do setor cerâmico, tendo apoiado ao longo de sua história as empresas líderes neste segmento.

“O CCB, como uma ICT, poderá colaborar na elaboração dos projetos e no desenvolvimento de metodologias técnico/científicas, além de todo o acompanhamento.  Nosso intuito é ajudar para o sucesso do financiamento das indústrias e, assim, contribuir com a inovação tecnológica no setor”,  diz Ana Paula Margarido, Superintendente-Executiva do CCB.

O papel da Finep-MCTIC

Criada em 24 de julho de 1967, a Finep-MCTIC atua em toda a cadeia de inovação e está alinhada com as diversas iniciativas do governo federal, principalmente no atual momento de crise provocada pela COVID-19. O Seu foco é nas ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio do fomento à ciência, tecnologia e inovação.

Portanto, as linhas de crédito disponibilizadas pela Finep-MCTIC para as empresas estão focadas em Inovação.O objetivo é desenvolver o aprimoramento de produtos, processos ou serviços que impactem o posicionamento competitivo da empresa no mercado, com juros competitivos e prazos de carência de até 48 meses.

Qual o perfil das empresas e como podem ter acesso ao financiamento?

Empresas brasileiras de pequeno, médio ou grande portes, e que estejam dispostas a realizar os Planos Estratégicos de Inovação, possuem o perfil para buscar o financiamento.

Os Planos Estratégicos de Inovação submetidos serão avaliados pela Finep-MCTIC e, se aprovados, enquadrados nas seguintes linhas de ação conforme metodologia própria da Financiadora, na qual são avaliados o grau e a relevância da inovação para o setor econômico da proposta submetida.

Inovação Crítica: Destinada a ações de interesse estratégico para o País. Se aplicará a propostas demandadas pelo governo que expressem a necessidade de desenvolvimento tecnológico para atendimento a prioridades nacionais. Se enquadram planos estratégicos de inovação que resultem no desenvolvimento de inovações críticas.

Inovação Pioneira: Destinada a Planos Estratégicos que apresentam elevado grau de inovação e de relevância para o setor econômico beneficiado. As propostas devem resultar em inovações por meio do desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inéditos para o Brasil.

Inovação para Competitividade: Destinada a Planos Estratégicos centrados no desenvolvimento ou significativo aprimoramento de produtos, processos ou serviços, que tenham também potencial de impactar o posicionamento competitivo da empresa no mercado.

Inovação para Desempenho: Destinada a Planos Estratégicos que resultem em inovações de produtos, processos ou serviços no âmbito da empresa. Esses planos se qualificam como uma iniciativa da organização de adotar uma estratégia de inovação, ainda que possam ter impacto limitado no setor econômico no qual estão inseridos. Podem ser centrados em atualização tecnológica, por meio da absorção ou aquisição de tecnologia, sendo capazes de impactar na produtividade da empresa, em sua estrutura de custos ou no desempenho de seus produtos e serviços.

Difusão Tecnológica para Inovação: Destinada a apoiar a aquisição de máquinas, equipamentos, serviços, bens de informática e automação que proporcionem modernização e elevação de produtividade para a empresa, trazendo impactos relevantes sobre seu desempenho e sobre sua capacidade de inovar.

Os planos estratégicos de inovação das empresas brasileiras enquadrados nas linhas reembolsáveis da Finep-MCTIC, e que contemplem a parceria com ICTs, podem ser passíveis de apoio via programa Finep Conecta.

O Finep Conecta tem como objetivos levar conhecimento gerado nas Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) para as empresas brasileiras, promover maior alinhamento dos objetivos da Ciência Nacional às demandas empresariais, elevar os dispêndios em P&D e incentivar projetos de maior risco tecnológico.

Na prática, o Finep Conecta é realizado através de financiamento reembolsável, operado diretamente junto à Finep-MCTIC. Os recursos são próprios e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Os Planos Estratégicos de Inovação e projetos submetidos devem ter pelo menos 15% de seu valor realizado em parceria com ICTs para serem passíveis de apoio.

No cronograma, a operação é realizada diretamente junto à Finep-MCTIC por meio dos Planos Estratégicos de Inovação, que serão avaliados pela entidade e, se aprovados, serão enquadrados nas linhas de ação estabelecidas no Apoio Direto à Inovação, com bonificação nas condições de financiamento, conforme o percentual realizado em parceria com ICTs:

Finep Conecta 15: Planos Estratégicos de Inovação com pelo menos 15% de seu conteúdo em parceria com ICTs.

Finep Conecta 25: Planos Estratégicos de Inovação com pelo menos 25% de seu conteúdo em parceria com ICTs.

Finep Conecta 50: Planos Estratégicos de Inovação com pelo menos 50% de seu conteúdo em parceria com ICTs.

As condições especiais de financiamento (taxas, prazos de carência e total e percentuais de financiamento) estão no site da Finep-MCTIC.

Passo a passo para a apresentação da proposta

Empresas com receita operacional bruta anual ou anualizada igual ou superior a R$ 90 milhões com propostas no valor mínimo de R$ 5 milhões devem submeter propostas diretamente à Finep-MCTIC. Para isso, a empresa deve se cadastrar no sistema de operações de crédito da entidade e, ao concluir a inscrição, será indicado o gerente de relacionamento responsável por auxiliar no cadastro do Plano Estratégico de Inovação.

“Vale ressaltar que empresas de qualquer porte, com projetos com valor entre R$ 150 mil e R$ 5 milhões ou com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões, com projetos com valor igual ou inferior a R$ 10 milhões, devem submeter propostas através do Finep Inovacred”, ressalta Maurício Syrio, superintendente de Inovação da Finep-MCTIC.

Quando a empresa for controlada por outra ou pertencer a um grupo econômico, a classificação de porte considerará a receita consolidada do grupo.

Operação do Plano Estratégico de Inovação – PEI

Na operação direta do financiamento reembolsável, durante a execução do PEI, a empresa apoiada deverá encaminhar à Finep-MCTIC, o Relatório Técnico e Financeiro de Acompanhamento.

“Temos muita expectativa com a execução deste acordo, pois acreditamos que será uma grande ferramenta de apoio para a sustentabilidade das indústrias cerâmicas”, finaliza Anderson.

Para conhecer todas as linhas e saber como a sua empresa pode se beneficiar desta parceria, basta entrar em contato com a Anfacer, pelo e-mail [email protected]

 

Fonte: http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/6142-finep-mctic-e-anfacer-firmam-parceria-para-financiamento-ao-setor-ceramico-pos-covid-19

 

CCB ministra palestra online para estudantes de pós-graduação

O mundo está passando por um momento delicado frente à pandemia do novo Coronavírus e muitos estão isolados em suas casas, principalmente os estudantes.

Porém, a inovação e o conhecimento não podem parar e, a tecnologia, junto às redes sociais, estão aí para ajudar.

Promovido pelo Laboratório de Sensores, Nanomedicina e Materiais Nanoestruturados da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar, Campus Araras), o consultor Técnico de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do CCB, Marcelo Dezena Cabrelon, ministrou um seminário online sobre Aplicação de conhecimentos da área de materiais em indústria cerâmica: utilização de matérias-primas alternativas na melhoria de produtos para a sociedade” aos estudantes do programa de pós-graduação em Ciências dos Materiais.

Dezena contou um pouco sobre a sua experiência na indústria utilizando aprendizados da pós-graduação. “ Foi uma forma da gente se comunicar com o público específico e que deu certo, pois o principal objetivo desse seminário foi mostrar que pós-graduados também podem atuar no setor industrial, e não só no meio acadêmico, disse Dezena reforçando sobre esse novo meio de se comunicar. “ É um caminho sem volta e nós, do CCB, vamos investir nessas palestras online”, finalizou.

 

CCB retoma os trabalhos com medidas de proteção à saúde frente ao Covid-19

O CCB, seguindo as orientações do governo do estado de São Paulo e demais órgãos de saúde, retornou às atividades nesta segunda-feira (4/5).

Ainda preocupado com a saúde de seus colaboradores e população, em geral, adotou algumas medidas de higiene que, obrigatoriamente, estão sendo seguidas.

São elas a redução da jornada de trabalho com turnos alternados para não haver aglomeração; orientações sobre como agir nesse momento de afastamento social’ mantendo dois metros de distanciamento entre um colaborador e outro; estão sendo entregues máscaras descartáveis no início da jornada e um local específico para o seu descarte.

Foram instalados ‘dispensers’ de álcool em gel em todos os ambientes e em outros lugares fixos para que ninguém passe desapercebido quanto à higienização das mãos, bem como estão sendo administradas orientações diárias aos colaboradores para lavarem sempre as mãos, evitar aglomeração e manter os ambientes arejados, não utilizando o ar condicionado.

As reuniões, visitas internas, viagens e reuniões presenciais foram suspensas temporariamente, porém, a equipe participa ativamente de reuniões online.

Foi realizada a dedetização de todos os ambientes e colocados em home office, os profissionais que se enquadram neste tipo de trabalho.

O CCB reforça que continuará seguindo com as orientações dos órgãos responsáveis para dar continuidade no trabalho de contribuir, efetivamente, para o crescimento e fortalecimento do setor cerâmico brasileiro.

COMUNICADO COVID-19

Em virtude da atual realidade mundial referente ao vírus COVID-19, o Coronavírus, o Centro Cerâmico do Brasil (CCB) informa que está seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos demais órgãos oficiais para ações preventivas sugeridas pelos respectivos para evitar e reduzir a propagação do vírus.

Essas ações serão inicializadas a partir de segunda-feira (23/3) e incluem:
* Suspensão de viagens

* Suspensão dos treinamentos internos e externos

* Revezamento de equipe interna visando o contingenciamento do fluxo de pessoas na instituição

* Suspensão de visitas

* Reuniões online

* Afastamento dos funcionários com sintomas de gripe e em zona de risco (já realizado)

* Distribuição de álcool gel e orientações de higiene e cuidados internamente aos colaboradores (já realizado)

É importante ressaltar que tenhamos serenidade e racionalidade neste momento e contamos com todos para estarmos em sintonia, para, assim, superarmos essa crise da melhor forma possível e com responsabilidade social.

Lembrando que os atendimentos do CCB continuarão sendo realizados.

Equipe CCB

CCB marcou presença em importantes reuniões e workshop na ExpoRevestir 2020

Na última semana (10 a 13/3), aconteceu a edição 2020 da ExpoRevestir, em São Paulo, feira internacional destinada a profissionais de arquitetura, design de interiores, construção e revenda de materiais de construção, que reuniu um público de 55 mil profissionais da área e mais de 200 expositores que apresentaram sua coleções.

No primeiro dia de evento, após a abertura, a superintendente do CCB Ana Paula Menegazzo esteve com representantes e líderes do setor da Construção Civil do Brasil em reunião realizada pela Anfacer. Ainda no mesmo dia, Ana Paula também marcou presença na reunião realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre “Construção 2030”.

No segundo dia de evento foi realizado, no auditório do Fórum Internacional, o Workshop sobre “Sistema de Revestimento Cerâmico”. O estudo tem o envolvimento de universidades, laboratórios e especialistas renomados na área que contou com participação do CCB.

O consultor do CCB Mauricio Resende falou sobre “Interface Placas x Argamassas” (parte 2) e a mesa redonda de conversa teve a participação, também, da superintendente Ana Paula Menegazzo, junto a Fabio Melchiades (CRC), Flavio Maranhão (USP) e Mauricio Resende.

Ainda durante a Feira as equipes de Certificação, Comunicação, Projetos e do Lab CCB visitaram os estandes de clientes e parceiros e  participaram do talk de “Sustentabilidade em Eficiência Energética”, também promovido pela Anfacer.

    

CCB apresentará palestra no Workshop da ExpoRevestir 2020

De 10 a 13 de março acontecerá no Transamérica ExpoCenter, a ExpoRevestir 2020, em São Paulo, feira destinada a profissionais de arquitetura, design de interiores, construção e revenda de materiais de construção.

Parte da programação do evento, a Anfacer realizará um Workshop sobre Sistema de Revestimento Cerâmico, com foco na divulgação dos resultados do Estudo científico sobre a patologia de descolamento de revestimentos cerâmicos. O CCB estará participando em mais um ano com palestra no dia 11, a partir das 9h15, sobre Interface Placas x Argamassas (parte 2), que será ministrada pelo consultor Mauricio Resende.

O Estudo que teve seu início em 2016, tem o envolvimento de universidades, laboratórios acreditados, especialistas renomados na área e foi estruturado em três etapas. A parte 1 é uma ampla varredura das propriedades dos produtos cerâmicos nacionais.  A parte 2 avalia a interface argamassa+placa. A parte 3 correlaciona algumas variáveis de projeto e execução, como tipos de bases, métodos de assentamento, entre outras – esta última parte do Estudo está em desenvolvimento e com conclusão final prevista para 2023.
Este Workshop irá apresentar os dados conclusivos das partes 1 e 2 e os parciais da parte 3.

Mais informações sobre a programação do workshop, bem como as inscrições podem ser acessadas no link do site oficial da ExpoRevestir.

Fonte: Anfacer