CCB é cadastrado como Instituição Técnica de Avaliação pelo Ministério das Cidades

 

O Centro Cerâmico do Brasil (CCB) garantiu mais uma conquista direcionada ao setor cerâmico e foi cadastrado como Instituição Técnica de Avaliação (ITA) junto ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades.

Hoje no país existem somente 10 ITA’s atuantes. São eles a Egis Engenharia e Consultoria (São Paulo), Concremat (São Paulo); Falcão Bauer (São Paulo); IPT (São Paulo); ITEP (Pernambuco); LACTEC (Paraná); Senai Criciúma; Tecomat (Recife); Tesis (São Paulo) e Unisinos (São Leopoldo/RS). E, agora, o CCB.

A conquista se sucedeu após realização da 28a Reunião Ordinária da Comissão Nacional do Sistema Nacional de Avaliação Técnica de Produtos Inovadores e Sistemas Convencionais (CN-SiNAT), no último dia 14 de setembro, cujo formulário de cadastramento foi apreciado com base em critérios de capacitação técnica, infraestrutura laboratorial, complementada pela visita técnica ao CCB no dia 24 de novembro de 2016.

A superintendente do CCB, Ana Paula Menegazzo, comemorou a conquista afirmando que o cadastro agora permitirá que o CCB avalie o desempenho de sistemas construtivos e produtos, fundamentados nas metodologias, requisitos e critérios da NBR 15575 e das diretrizes do SINAT, elaborando o Relatório de Avaliação Técnica e o Documento de Avaliácão Técnica (Datec). “Isso será muito importante para o setor, caso haja a decisão de estudarmos novos sistemas de assentamento, fachada ventilada, etc ”, ressaltou.

Sobre o Sinat

O Sistema Nacional de Aprovações Técnicas foi concebido dentro do PBQP-H para fim de mobilizar a comunidade técnica nacional para dar suporte à operacionalização de um conjunto de procedimentos reconhecido por toda a cadeia produtiva da construção civil, com o objetivo de avaliar novos produtos utilizados nos processos de construção.

A meta que mobiliza a comunidade técnica é o estímulo à inovação tecnológica, aumentando o leque de alternativas tecnológicas disponíveis para a produção habitacional, sem aumentar, todavia, o risco de insucesso no processo de inovação. Em resumo, busca-se aumentar a competitividade do setor produtivo. (Fonte:Ministério das Cidades)

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